O Fondue

O hábito de comer Fondue remonta à II Grande Guerra, na Suíça. Os camponeses que moravam nas montanhas não tinham como se deslocar para às cidades e buscar mantimentos, devido à guerra e aos rigores do inverno. Como eram produtores de leite e fabricavam muito queijo, inventaram uma comida quente, simples, saborosa e principalmente nutritiva. Surgiram então os charmosos Fondues de queijo e de chocolate.

Hoje conhecemos outros tipos de Fondues como o de carne e de camarão, mas estas já são adaptações do paladar brasileiro de uma técnica de servir, já que “fondue” significa derreter.

O Fondue deve ser servido sempre acompanhada de molhos, e cada receita tem diversos tipos de molhos e cremes que podem ser utilizados. Também podem ser usados como acompanhamentos ketchup, molho golf, molho chutney, molho de mostarda, molhos de frutas e frutas em mostarda, picles, cebolinhas e rabanetes.

Como servir o fondue

São necessários alguns utensílios básicos para o preparo: um fogareiro de chama descoberta, uma caçarola para servir ou uma frigideira para fondue de cerâmica refratária, própria para fondue de queijo ou de chocolate. Para cada convidado um ou dois garfos compridos.

Os preparativos seguem na cozinha de acordo com a receita. A carne, pão, peixe ou verduras, deverão sempre ser cortados em pedaços pequenos ou cubos. Ao servir a panela deve ser colocada no centro da mesa e a chama deve ser mantida acesa.

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O sorvete – um breve histórico

É bastante difícil descobrir a origem de algo que está entre nós há tanto tempo como o sorvete. Alguns afirmam ter sido criado há 3.000 anos, na China; seria originalmente uma mistura de neve com suco de frutas e mel, mas não é possível saber o quanto de verdade e de lenda existe nessas versão. Mas, em 1292, Marco Polo retornou a Veneza, após suas viagens pela Ásia, trazendo novas e excitantes idéias, dentre elas uma sobremesa congelada feita à base de leite, provavelmente o precursor do moderno sorvete. A partir de então, o sorvete difundiu-se por todo o norte da Itália, tornando-se seu preparo uma sofisticada arte. Na Inglaterra o sorvete teria sido introduzido em 1630 pela neta de Catarina de Médicis. Os colonizadores ingleses levaram então o sorvete para os Estados Unidos. Os norte-americanos apreciaram muito o novo alimento e hoje são os principais produtores e maiores consumidores de sorvetes no mundo.

Dois momentos marcaram o desenvolvimento do sorvete nos Estados Unidos e, conseqüentemente, no mundo: o primeiro em 1851, quando o leiteiro chamado Jacob Fussel abre em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em maior escala e sendo também seguido pôr outros em Washington, Boston e New York; e o segundo com a invenção, entre 1870 e 1900, da refrigeração mecânica, permitindo a produção de gelo independente do processo natural.

No Brasil, a primeira aparição de sorvete de que se tem registro ocorreu em 1834, quando o navio norte-americano Madagascar aportou no Rio de Janeiro em 6 de agosto de 1834. Dias depois dois comerciantes locais compraram a carga do navio e no dia 23 de agosto começaram a vender sorvetes de frutas aos cariocas.

Em São Paulo, a primeira notícia do “gelado” que se tem registro está no jornal “A Província de São Paulo”, na edição de 4 de janeiro de 1878, com o anúncio: “Sorvetes – todos os dias às 15 horas, na Rua Direita n.º 14″.

A evolução do sorvete no país deu-se de forma artesanal e com uma produção em pequena escala e poucos locais, até meados deste século, quando em 1941, foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a U. S. Harkson do Brasil, que se tornou a primeira fábrica a produzir sorvetes em escala industrial.

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Mel – Um Doce Sabor

O mel, usado pelos antigos romanos e gregos como adoçante, a cada dia é mais valorizado. Nutritivo e gostoso de ser consumido, realça o sabor dos alimentos, de molhos, temperos e pudins, além de manter a umidade em assados. Contém vários açucares, entre eles a frutose e a glucose, rapidamente absorvidos pelo organismo e importantes fontes de energia. É rico em vitaminas B1, C, riboflavina, niacina e sais minerais.

Tipos de mel

Várias são as formas de encontramos mel no mercado, desde seu estado bruto, como em pedaços de favos, até o mel centrifugado e filtrado vendido em potes. Alguns tipos de mel recebem tratamento térmico para não cristalizar, entretanto a cristalização não significa deterioração do produto.

A cor do produto é extremamente variável. O sabor também pode variar bastante, sendo influenciado pelo tipo de flor utilizado pelas abelhas em sua produção e pela época em que o néctar foi recolhido.

A conservação do mel não exige muito, pois ele não se deteriora, mas seu sabor pode ser alterado em dois anos. Você pode guardá-lo em potes fechados e em temperatura ambiente.

Onde usar o mel

O mel mais líquido é utilizado na cozinha, tanto em geléias e doces como em pratos salgados. Em salgados é bastante utilizado para dourar a carne ou o frango, normalmente misturado a suco de laranja ou limão. Aos assados o mel acrescenta um sabor inconfundível e confere uma consistência mais macia e úmida. Mel líquido também é muito utilizado para o preparo de drinks.

O mel cristalizado pode ser consumido puro ou usado como acompanhamento para pão. Pode-se entretanto fazer com que o mel cristalizado torne-se novamente líquido, bastando para isso mergulhar o pote em água quente (60 a 70 graus celsius) por cerca de 30 minutos ou até que esteja na consistência desejada.

Dicas com mel

Em assados que utilizem mel observe que o fogo deve ser mais baixo, pois o mel cristaliza em uma temperatura mais baixa que a do açúcar e assim mantém sua consistência espessa.

O mel pode ser utilizado no lugar do açúcar. No preparo de geléias e sorvete caseiro você poderá utilizar na mesma medida do açúcar. No restante, como o mel é mais doce que o açúcar, recomenda-se que use uma quantidade menor.

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