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O Fondue

O hábito de comer Fondue remonta à II Grande Guerra, na Suíça. Os camponeses que moravam nas montanhas não tinham como se deslocar para às cidades e buscar mantimentos, devido à guerra e aos rigores do inverno. Como eram produtores de leite e fabricavam muito queijo, inventaram uma comida quente, simples, saborosa e principalmente nutritiva. Surgiram então os charmosos Fondues de queijo e de chocolate.

Hoje conhecemos outros tipos de Fondues como o de carne e de camarão, mas estas já são adaptações do paladar brasileiro de uma técnica de servir, já que “fondue” significa derreter.

O Fondue deve ser servido sempre acompanhada de molhos, e cada receita tem diversos tipos de molhos e cremes que podem ser utilizados. Também podem ser usados como acompanhamentos ketchup, molho golf, molho chutney, molho de mostarda, molhos de frutas e frutas em mostarda, picles, cebolinhas e rabanetes.

Como servir o fondue

São necessários alguns utensílios básicos para o preparo: um fogareiro de chama descoberta, uma caçarola para servir ou uma frigideira para fondue de cerâmica refratária, própria para fondue de queijo ou de chocolate. Para cada convidado um ou dois garfos compridos.

Os preparativos seguem na cozinha de acordo com a receita. A carne, pão, peixe ou verduras, deverão sempre ser cortados em pedaços pequenos ou cubos. Ao servir a panela deve ser colocada no centro da mesa e a chama deve ser mantida acesa.

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O Indispensável Arroz

Um pouco de história

Originário da Ásia, possivelmente China, o arroz é hoje um dos principais alimentos na culinária brasileira. Foi uma das primeiras culturas agrícolas do homem, sendo cultivado há cerca de 5000 anos. Após as invasões árabes à Península Ibérica o arroz chegou ao sul da Europa e de lá acabou espalhando-se pelo mundo. Acredita-se que tenha sido trazido para as Américas por volta de 1694, encontrando condições climáticas favoráveis e espalhando-se por todo o continente.

É uma planta anual, da família das gramináceas, que pode atingir altura superior a 1 m. As sementes nascem em densas espigas, distribuídas em hastes. Após colhido é descascado e passa por um polimento a fim de adquirir a coloração branca que estamos acostumados a ver. O engorduramento deixa-o brilhante e a desidratação ajuda a conservá-lo. Quando os grãos são apenas descascados temos o arroz integral.

Não é só na alimentação que o arroz desempenha um papel de importância. Na China acredita-se que tenha alma, o que até certo ponto é facilmente explicável, já que vem do arroz grande parte do sustento da população, o que dá a ele um valor simbólico semelhante ao do pão na cultura judaico-cristã. O saquê, tradicional bebida japonesa, é uma aguardente preparada a base de arroz.

Valor nutritivo

No arroz branco grande parte do valor nutritivo do arroz perde-se durante o beneficiamento. Rico em amido, é uma grande fonte de energia. Já o arroz integral conserva grande parte de seus nutrientes, contendo proteína, fósforo, ferro, cálcio e vitaminas do complexo B.

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O sorvete – um breve histórico

É bastante difícil descobrir a origem de algo que está entre nós há tanto tempo como o sorvete. Alguns afirmam ter sido criado há 3.000 anos, na China; seria originalmente uma mistura de neve com suco de frutas e mel, mas não é possível saber o quanto de verdade e de lenda existe nessas versão. Mas, em 1292, Marco Polo retornou a Veneza, após suas viagens pela Ásia, trazendo novas e excitantes idéias, dentre elas uma sobremesa congelada feita à base de leite, provavelmente o precursor do moderno sorvete. A partir de então, o sorvete difundiu-se por todo o norte da Itália, tornando-se seu preparo uma sofisticada arte. Na Inglaterra o sorvete teria sido introduzido em 1630 pela neta de Catarina de Médicis. Os colonizadores ingleses levaram então o sorvete para os Estados Unidos. Os norte-americanos apreciaram muito o novo alimento e hoje são os principais produtores e maiores consumidores de sorvetes no mundo.

Dois momentos marcaram o desenvolvimento do sorvete nos Estados Unidos e, conseqüentemente, no mundo: o primeiro em 1851, quando o leiteiro chamado Jacob Fussel abre em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em maior escala e sendo também seguido pôr outros em Washington, Boston e New York; e o segundo com a invenção, entre 1870 e 1900, da refrigeração mecânica, permitindo a produção de gelo independente do processo natural.

No Brasil, a primeira aparição de sorvete de que se tem registro ocorreu em 1834, quando o navio norte-americano Madagascar aportou no Rio de Janeiro em 6 de agosto de 1834. Dias depois dois comerciantes locais compraram a carga do navio e no dia 23 de agosto começaram a vender sorvetes de frutas aos cariocas.

Em São Paulo, a primeira notícia do “gelado” que se tem registro está no jornal “A Província de São Paulo”, na edição de 4 de janeiro de 1878, com o anúncio: “Sorvetes – todos os dias às 15 horas, na Rua Direita n.º 14″.

A evolução do sorvete no país deu-se de forma artesanal e com uma produção em pequena escala e poucos locais, até meados deste século, quando em 1941, foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a U. S. Harkson do Brasil, que se tornou a primeira fábrica a produzir sorvetes em escala industrial.

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